“Um brasileiro na Alemanha e a X9” – Um conto de mistério e humor (Ein Brasilianer in Deutschland und die “X9” – Eine Kurzerzählung mit Mysterium und Humor)

Comentário 1 Padrão

Por: M. Fábia P. V. Willems

A história do conto de hoje, é baseada em fatos reais. O brasileiro veio mesmo trabalhar na Alemanha com um hábito bem brasileiro que o denunciou.

Um amigo me contou o caso que começa misterioso e termina com um humor que leva à reflexão.

Seguem também dicas de dicionários para os estudantes de português, como língua estrangeira, consultarem. Assim ficará bem mais fácil entender o conto.

Boa leitura!

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Dicas de Dicionários Online para consultas online:

 

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Curiosidades: Por que os brasileiros escovam tanto os dentes?

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Literatura de Cordel: O Brasil versado e ilustrado agora na web

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Literatura de Cordel: O Brasil versado e ilustrado agora na web

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Você já ouviu falar sobre Literatura de Cordel?

O Cordel é uma modalidade de poesia impressa em livretos, cujas ilustrações são feitas com xilogravuras. Os versos falam sobre fatos do cotidiano do povo brasileiro. O linguajar informal e regionalizado facilita a leitura, tornando-a divertida.

Vale muito a pena ler e conhecer um pouco mais sobre esta forma de Arte muito querida, principalmente no nordeste do Brasil!

O Projeto abaixo é um dos primeiros trabalhos de arquivamento web de material nacional. Uma ótima iniciativa. Parabéns!

Boa leitura!

Biblioteca do MPT/RN

Projeto é um dos primeiros trabalhos de arquivamento web de material nacional

A literatura de cordel produzida em sites e blogs está sendo arquivada pela Biblioteca do Congresso Americano, Library of Congress (LC na sigla em inglês) desde 2011. O projeto tem 24 sites coletados e arquivados. Parece pouco, mas é um dos primeiros trabalhos de arquivamento web realizado com material produzido no Brasil. O material está armazenado em servidores fora do País e, por enquanto, não está acessível para pesquisa online.

O projeto de arquivamento web de cordéis, que é desenvolvido dentro de uma parceria entre a  LC e especialistas em cordel, nasceu como um desdobramento do projeto de preservação e digitalização de cordéis já realizado pela instituição americana. A LC possuiu uma das mais extensas coleções de literatura de cordel, e só perde em tamanho para algumas coleções de instituições brasileiras, como a da Biblioteca Átila Almeida. A biblioteca, que pertence à…

Ver o post original 21 mais palavras

A Lenda da Mandioca (Die Legende des Manioks)

Comentários 5 Padrão

Por: M. Fábia P. V. Willems

Os povos indígenas brasileiros contam e recontam a lenda que deu origem a um alimento fundamental na cadeia alimentícia do índio e de muitos pratos brasileiros: a mandioca.

Do arbustro  aproveita-se a raiz e as folhas para fazer numerosas receitas.

Mas de onde vem a mandioca? Qual sua origem?

Segundo a cultura indígena, sua origem é mística.

Encontrei algumas versões sobre a origem da mandioca e vou recontar duas delas.

Seria muito interessante visitar uma aldeia indígena, pedir para um índio de verdade contar essa história e reescrevê-la do seu jeito depois. Será uma experiência única.

Para saber mais sobre as tribos indígenas do Brasil assista ao documentário selecionado.

Boa leitura e boa viagem!

 

 

 

A Lenda da Mandioca

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1ª. versão:

Conta-se que uma índia teve uma linda filhinha chamada Mani. Após um ano de vida, a pequena morreu. No local em que ela foi enterrada, nasceu uma bonita planta. A mãe chamou-a de maniva, em homenagem à filha. Os índios passaram a utilizar a tal planta para fabricar farinha e cauim, uma bebida de gosto forte. A planta ficou conhecida então como mandioca, mistura de Mani e oca (casa de índio). Tornou-se um símbolo de alegria e abundância por ser tão útil – das folhas às raízes – aos índios.

2ª. versão:

Em épocas remotas, a filha de um poderoso tuxaua foi expulsa de sua tribo e foi viver em uma velha cabana distante por ter engravidado misteriosamente. Parentes longíquos iam levar-lhe comida para seu sustento, assim a índia viveu até dar a luz a um lindo menino, muito branco o qual chamou de Mani. A notícia do nascimento se espalhou por todas as aldeias e fez o grande chefe tuxaua esquecer as dores e rancores e cruzar os rios para ver sua filha. O novo avô se rendeu aos encantos da linda criança a qual se tornou muito amada por todos. No entanto, ao completar três anos, Mani morreu de forma também misteriosa , sem nunca ter adoecido. A mãe ficou desolada e enterrou o filho perto da cabana onde vivia e sobre ele derramou seu pranto por horas. Mesmo com os olhos cansados e cheios de lágrimas ela viu brotar de lá uma planta que cresceu rápida e fresca. Todos vieram ver a planta miraculosa que mostrava raízes grossas e brancas em forma de chifre, e todos queriam prová-la em honra daquela criança que tanto amavam. Desde então a mandioca passou a ser um excelente alimento para os índios e se tornou um importante alimento em toda a região.

3ª. Versão: A história que você ouviu de um índio de verdade:

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4ª. Versão: A Lenda da Mandioca em vídeo

Créditos: TV TINDO LELÊ – Rúbia Mesquita

 

Resumindo…

O nome “mandioca” significa…

Mani = nome do índiozinho ou indiazinha
Oca = casa índigena
Mandioca = casa de Mani

 

 

Veja também: “Índios do Brasil”

A maioria dos brasileiros não sabe muito sobre os índios de seu próprio país. Eles lutaram contra a violência e as inúmeras doenças do branco. Sobreviveram à massacres, suportaram muitas humilhações e vivem, hoje, em sua maioria em extrema pobreza. Sua cultura deveria ser mais protegida e estudada. Muitas dos problemas da sociedade moderna e a cura de muitas doenças podem estar escondidas, não só na floresta, mas também no conhecimento milenar dos nativos do Brasil. 

Vamos aprender com eles! Que tal assistir a um documentário sobre os Índios do Brasil?

Você vai adorar! Confira!

 

Documentário – Índios no Brasil [serie completa – 2 hs 57 min]

Créditos: SEF SEED & FUNDESCOLA

 

Documentário Índios no Brasil

1. Quem são – 00:00 min 2. A língua – 17:00 min 3. Boa viagem, Ibantu – 37:00 min 4. Quando Deus visita a aldeia – 54:00 min 5. Uma outra história – 1:10:00 6. Primeiros Contatos – 1:26:00 7. Nossas Terras – 1:44:00 8. Filhos da Terra – 2:05:00 9. Do outro lado do céu – 2:22:00 10. Nossos direitos – 2:40:00

 

Leia também:

Indianer in Brasilien(Índios em foco) – Em Português!

A Mandioca na Cultura Brasileira (Origens, Lendas & Receitas)– Em Português!

 

 

Fontes

http://www.klickeducacao.com.br/conteudo/pagina/0,6313,POR-882-4564-,00.html

http://www.recantodasletras.com.br/artigos/3198730

http://letras.mus.br/guerreiros-mura/684333/

http://www.qdivertido.com.br/verfolclore.php?codigo=11

Lendas Folclóricas: Mandioca

Cora Coralina: Poesia e Magia na Literatura Brasileira

Comentários 3 Padrão

Por: M. Fábia P. V. Willems

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Quem foi Cora Coralina?

Cora Coralina (Ana Lins do Guimarães Peixoto Brêtas), 20/08/1889 — 10/04/1985) é a grande poetisa do estado de Goiás e um dos maiores nomes da Literatura Brasileira. Sempre foi uma mulher de coragem, irreverência e eterno otimismo.

Começou a escrever poesias aos 14 anos, criando com amigas o jornal de poemas femininos “A Rosa”.

Em 1910, seu primeiro conto, “Tragédia na Roça”, é publicado no “Anuário Histórico e Geográfico do Estado de Goiás”, já com o pseudônimo de Cora Coralina.

Enfrentou todos os obstáculos em nome do amor. Em 1911, foge de casa para casar com um homem divorciado (o advogado Cantídio Tolentino Brêtas), já que sua família não aceitava o amor dos dois. Vai viver em Jaboticabal (SP), onde nascem seus filhos.

Em 1922 é proibida pelo marido de integrar-se à Semana de Arte Moderna, a convite de Monteiro Lobato. Em 1928 muda-se para São Paulo (SP).

Em 1934, torna-se vendedora de livros da editora José Olimpio que, em 1965, lança seu primeiro livro, “O Poema dos Becos de Goiás e Estórias Mais”.

Em 1976, é lançado “Meu Livro de Cordel”, pela editora Cultura Goiana.

Em 1980, Carlos Drummond de Andrade, como era de seu feitio, após ler alguns escritos da autora, manda-lhe uma carta elogiando seu trabalho, a qual, ao ser divulgada, desperta o interesse do público leitor e a faz ficar conhecida em todo o Brasil.
Sintam a admiração do poeta, manifestada em carta dirigida a Cora em 1983:

“Minha querida amiga Cora Coralina: Seu “Vintém de Cobre” é, para mim,

moeda de ouro, e de um ouro que não sofre as oscilações do mercado.

É poesia das mais diretas e comunicativas que já tenho lido e amado.

Que riqueza de experiência humana, que sensibilidade especial e

que lirismo identificado com as fontes da vida!

Aninha hoje não nos pertence.

É patrimônio de nós todos, que nascemos no Brasil e amamos a poesia ( …).”

 

Editado pela Universidade Federal de Goiás, em 1983, seu novo livro “Vintém de Cobre – Meias Confissões de Aninha”, é muito bem recebido pela crítica e pelos amantes da poesia.

Em 1984, torna-se a primeira mulher a receber o Prêmio Juca Pato, como intelectual do ano de 1983.

Aos 70 anos, passando dificuldades financeira, dedicou-se à venda de doces, “os melhores do Brasil”, segundo ela.

Viveu 96 anos, teve seis filhos, quinze netos e 19 bisnetos, foi doceira e membro efetivo de diversas entidades culturais, tendo recebido o título de doutora “Honoris Causa” pela Universidade Federal de Goiás.
No dia 10 de abril de 1985, falece em Goiânia. Seu corpo foi velado na Igreja do Rosário, ao lado da Casa Velha da Ponte.

Em m 1988 é lançado “Estórias da Casa Velha da Ponte” é lançado pela Global Editora.
Postumamente, foram lançados também os livros infantis “Os Meninos Verdes” (em 1986) e “A Moeda de Ouro que um Pato Comeu” (em 1997) e “O Tesouro da Casa Velha da Ponte” (em 1989).

A linda poesia de Cora é marcada pelo otimismo, pela solidariedade ao próximo, pela amizade, pelo amor a vida e a terra, tendo feito grandes homenagens ao Estado onde nasceu. Seguiu fazendo seus doces e seus versos até os últimos dias de sua vida. Faleceu aos 95 anos, deixando-nos melodia de seu cântico na música de seus versos”.

 

Conhecendo melhor Cora Coralina (Vida & Obra)


Reportagens sobre a autora

A história de Cora Coralina (Entrevista com a autora)

Cora Coralina e Gyn Teen.avi (6:53)

Reportagem Especial (mais longa) – Parte 1

Cora Coralina (1/2) – De Lá Pra Cá – 21/09/2009 – TV Brasil (17:32)

Vídeo 4: Reportagem Especial (mais longa) – Parte 2 

Cora Coralina (2/2) – De Lá Pra Cá – 21/09/2009 – TV Brasil (17:43)

 

Vídeo 5: Visita Virtual ao Museu Cora Coralina

Alguns dos mais belos Poemas de Cora

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“Não sei”

Não sei… se a vida é curta…

Não sei…
Não sei…

se a vida é curta
ou longa demais para nós.

Mas sei que nada do que vivemos
tem sentido,
se não tocarmos o coração das pessoas.

Muitas vezes basta ser:
colo que acolhe,
braço que envolve,
palavra que conforta,
silêncio que respeita,
alegria que contagia,
lágrima que corre,
olhar que sacia,
amor que promove.

E isso não é coisa de outro mundo:
é o que dá sentido à vida.

É o que faz com que ela
não seja nem curta,
nem longa demais,
mas que seja intensa,
verdadeira e pura…
enquanto durar.

 

“Via poética”

Via Poética – Cora Coralina – Recitado por Ronny Von

“O Cântigo da Terra”

“O Cântico da Terra”

Eu sou a terra, eu sou a vida.
Do meu barro primeiro veio o homem.
De mim veio a mulher e veio o amor.
Veio a árvore, veio a fonte.
Vem o fruto e vem a flor.

Eu sou a fonte original de toda vida.
Sou o chão que se prende à tua casa.
Sou a telha da coberta de teu lar.
A mina constante de teu poço.
Sou a espiga generosa de teu gado
e certeza tranqüila ao teu esforço.

Sou a razão de tua vida.
De mim vieste pela mão do Criador,
e a mim tu voltarás no fim da lida.
Só em mim acharás descanso e Paz.

Eu sou a grande Mãe Universal.
Tua filha, tua noiva e desposada.
A mulher e o ventre que fecundas.
Sou a gleba, a gestação, eu sou o amor.

A ti, ó lavrador, tudo quanto é meu.
Teu arado, tua foice, teu machado.
O berço pequenino de teu filho.
O algodão de tua veste
e o pão de tua casa.

E um dia bem distante
a mim tu voltarás.
E no canteiro materno de meu seio
tranqüilo dormirás.

Plantemos a roça.
Lavremos a gleba.
Cuidemos do ninho,
do gado e da tulha.
Fartura teremos
e donos de sítio
felizes seremos.

Conclusões de Aninha

Estavam ali parados. Marido e mulher.
Esperavam o carro. E foi que veio aquela da roça
tímida, humilde, sofrida.
Contou que o fogo, lá longe, tinha queimado seu rancho,
e tudo que tinha dentro.
Estava ali no comércio pedindo um auxílio para levantar
novo rancho e comprar suas pobrezinhas.

O homem ouviu. Abriu a carteira tirou uma cédula,
entregou sem palavra.
A mulher ouviu. Perguntou, indagou, especulou, aconselhou,
se comoveu e disse que Nossa Senhora havia de ajudar
E não abriu a bolsa.
Qual dos dois ajudou mais?

Donde se infere que o homem ajuda sem participar
e a mulher participa sem ajudar.
Da mesma forma aquela sentença:
“A quem te pedir um peixe, dá uma vara de pescar.”
Pensando bem, não só a vara de pescar, também a linhada,
o anzol, a chumbada, a isca, apontar um poço piscoso
e ensinar a paciência do pescador.
Você faria isso, Leitor?
Antes que tudo isso se fizesse
o desvalido não morreria de fome?
Conclusão:
Na prática, a teoria é outra.

Mascarados

Saiu o Semeador a semear
Semeou o dia todo
e a noite o apanhou ainda
com as mãos cheias de sementes.
Ele semeava tranqüilo
sem pensar na colheita
porque muito tinha colhido
do que outros semearam.
Jovem, seja você esse semeador
Semeia com otimismo
Semeia com idealismo
as sementes vivas
da Paz e da Justiça.

Humildade

Senhor, fazei com que eu aceite
minha pobreza tal como sempre foi.

Que não sinta o que não tenho.
Não lamente o que podia ter
e se perdeu por caminhos errados
e nunca mais voltou.

Dai, Senhor, que minha humildade
seja como a chuva desejada
caindo mansa,
longa noite escura
numa terra sedenta
e num telhado velho.

Que eu possa agradecer a Vós,
minha cama estreita,
minhas coisinhas pobres,
minha casa de chão,
pedras e tábuas remontadas.
E ter sempre um feixe de lenha
debaixo do meu fogão de taipa,
e acender, eu mesma,
o fogo alegre da minha casa
na manhã de um novo dia que começa.”

Meu Destino

Nas palmas de tuas mãos
leio as linhas da minha vida.

Linhas cruzadas, sinuosas,
interferindo no teu destino.

Não te procurei, não me procurastes –
íamos sozinhos por estradas diferentes.

Indiferentes, cruzamos
Passavas com o fardo da vida…

Corri ao teu encontro.
Sorri. Falamos.

Esse dia foi marcado
com a pedra branca da cabeça de um peixe.

E, desde então, caminhamos
juntos pela vida…

Poema de amor

Este é um poema de amor
tão meigo, tão terno, tão teu…
É uma oferenda aos teus momentos
de luta e de brisa e de céu…
E eu,
quero te servir a poesia
numa concha azul do mar
ou numa cesta de flores do campo.
Talvez tu possas entender o meu amor.
Mas se isso não acontecer,
não importa.
Já está declarado e estampado
nas linhas e entrelinhas
deste pequeno poema,
o verso;
o tão famoso e inesperado verso que
te deixará pasmo, surpreso, perplexo…
eu te amo, perdoa-me, eu te amo…

¹Ana Lins do Guimarães Peixoto Brêtas
* Cidade de Goiás, GO – 20 de Agosto de 1889 d.C
+ Goiânia, GO. – 10 de Abril de 1985 d.C

Frases de Cora Coralina

“Se temos de esperar,
que seja para colher a semente boa
que lançamos hoje no solo da vida.
Se for para semear,
então que seja para produzir
milhões de sorrisos,
de solidariedade e amizade.”

Diga o que você pensa com esperança.
Pense no que você faz com fé.
Faça o que você deve fazer com amor!

“O que vale na vida não é o ponto de partida e sim a caminhada. Caminhando e semeando, no fim terás o que colher.”

“Não podemos acrescentar dias à nossa vida, mas podemos acrescentar vida aos nossos dias ”

“Estamos todos matriculados na escola da vida, onde o mestre é o tempo “

“Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina.”

“O saber a gente aprende com os mestres e com os livros. A sabedoria, se aprende é com a vida e com os humildes.”

“Lindo demais! Coração é terra que ninguém vê.”

“Acredito nos jovens à procura de caminhos novos abrindo espaços largos na vida. Creio na superação das incertezas deste fim de século.”

“Não morre aquele que deixou na terra a melodia de seu cântico na música de seus versos.”

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Desvende a terra de Cora Coralina!

 

Fontes, Dicas de Leitura & Pesquisa

Coralina, Cora (2001): “Vintém de cobre – Meias confissões de Aninha”, São Paulo: Global Editora, pág. 174.

www.casadecoracoralina.com.br/

http://www.vilaboadegoias.com.br/cora_coralina/

http://www.paralerepensar.com.br/coracoralina.htm

http://www.releituras.com/coracoralina_menu.asp

http://www.revista.agulha.nom.br/cora.html

http://www.cmb-bwc.com.br/biografias/CoraCarolina.htm

http://bibliotecaets.blogspot.de/2009_04_01_archive.html

www.google.com.br (Imagens)

www.youtube.com.br (Vídeos)