Brasil: O que é energúmeno? Paulo Freire é um?

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Por: M. Fábia P. V. Willems

Quem é „energúmeno“

Podemos chamar assim um boçal, burro, imbecil, ignorante, inepto, idiota, estúpido, tapado, pateta, tonto, besta, abestado.

Segundo o presidente brasileiro Jair Bolsonaro, Paulo Freire, um dos maiores educadores do mundo, é tudo isso.

Estou pasma‼️

Para os desinformados de plantão, aqui fizemos um resuminho de quem o presidente está falando:

Paulo Freire? Um energúmeno?

Paulo Freire foi filho de um capitão da Polícia Militar e de uma professora. Ele precisou começar a trabalhar aos 13 anos deidade depois do falecimento de seu pai. Na época, a família dos militares ficava totalmente desamparada quando estes faleciam.

Foi assim que iniciou-se a jornada árdua de um brasileiro pelo sustento de seu família.

Paulinho não pôde continuar seus estudos mas, apesar de todas as dificuldades, conseguiu se tornar um cidadão de bem, daqueles que não se importava só com ele. Tentou ajudar as pessoas mais humildes, famintas, descalças e analfabetas do interior do Brasil a aprenderem o beabá de uma forma mais eficiente, levando-as a participarem ativamente das escola e da sociedade em que viviam. Seu método revolucionário conseguia alfabetizar adultos em 40 horas. Isso mesmo! 40 horas!

Ficou curiosa(o) para saber mais sobre o Método Paulo Freire? Então acesse o Portal do Ministério da Educação – Portal do MEC, clicando aqui!

Você também pode assistir agora mesmo a série de 30 vídeos sobre o Programa „Paulo Freire Vivo – Vida e Obra de Paulo Freire“. É totalmente grátis! Clique no vídeo abaixo e informe-se!

#TVUFPB #AfonsoScocuglia
Programa Paulo Freire Vivo 1-30 – Vida e Obra de Paulo Freire

Fique por dentro dos temas atuais! Veja nas Dicas de Leitura!

Dicas de Leitura

Quem foi Paulo Freire e por que ele é tão amado e odiado – Guia do Estudante – Ed. Abril

Acervo Paulo Freire – Sua obras em português e em outras línguas !

Bolsonaro chamou de „energúmeno“: Quem é Paulo Freire – Educação UOL

Paulo Freire, o mentor da educação para a consciência – Revista Nova Escola

Instituto Paulo Freire

Em alemão:

Em inglês:

14.11: Dia Nacional da Alfabetização (Brasilianischer Alphabetisierungstag)

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Por: M. Fábia P. V. Willems

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O Dia Nacional da Alfabetização é comemorado em 14 de novembro. A data, instituída em 1966, é importante para a discussão de um grave problema nacional: o analfabetismo.

Aprender a ler e escrever já foi somente um sonho para muitos brasileiros. Hoje, a situação melhorou, porém ainda há muito a fazer para erradicar o alfabetismo do nosso país. Segundo o IBGE ainda há 13 milhões de analfabetos no Brasil.

Neste dia especial, gostaríamos de mostrar a felicidade de uma senhora que não teve a oportunidade de ir à escola quando criança por „n“ motivos, mas que, agora adulta, volta às salas de aula. É emocionante vê-la falar de sua vida dura com doçura. Lindo, ouvir como ela se sente feliz por já conseguir juntar as letrinhas e escrever seu próprio nome. Até as tarefas ela se esforça para fazer e se orgulha por consegui-lo.

Dona Maria Lindalva nos dá uma lição de vida. Seu depoimento está percorrendo o mundo com uma legenda em inglês. Emocione-se você também!

Maria’s interview – BRAZIL – #HUMAN

Escolas do futuro(die Schule der Zukunft)

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Educação
Bildung
Por: Maria Fábia Paz Vitorino Willems

Como será a escola do futuro para a Geração Internet?

Como é possível lecionar no século XXI numa sala de aula cheia de alunos enfileirados usando só o quadro negro, giz e apagador?

Claro que muitos colegas preparam cartazes para ilustrar as aulas, fazem cartõezinhos com imagens (os mais dedicados e/ou com mais tempo livre!) e trazem às vezes um vídeo (filme/comercial/documentário) ou um k-7 ou audio-cd para suas aulas, principalmente os proefessores de línguas. 

Mas será que isso é tudo que podemos oferecer? Será que isso é tudo? Será que conseguiremos assim despertar mais o interesse de nossos alunos num mundo num mundo tão informatizado e, por que não dizer „internetizado“?

Não podemos continuar trabalhando como o fazíamos há decadas! O mundo mudou e nós também precisamos mudar, nos modernizar para podermos acompanhar o progresso do mundo digital.

Os jovens e até a maioria dos adultos gostam mesmo é de surfar na internet, ler seus emails, procurar informações, fazer amigos por todas as partes do planeta, trocar idéias, conhecer outras culturas ou, simplesmente, saber o que está acontecendo no mundo.

Por isso, a internet pode ser uma ótima fonte de pesquisas para professores e alunos. Uma biblioteca, uma videoteca, uma pinacoteca, um museu, uma fototeca, uma „musicoteca“, um banco de dados gigantesco à nossa disposição na nossa própria casa, na nossa escola, na nossa sala de aula.

Informe-se!

Atalize-se! Modernize-se!

Nossos alunos agradecem e você se sentirá bem melhor depois!

Chega de ser chamado de „dinoussauro“!

Comece lendo alguns artigos. Aí vão algumas sugestões:

Um forte abraço,

Professora Fábia

  

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Escola do futuro

Quem vai ensinar – e o quê – aos alunos do século XXI?

25 de março de 2009

Reportagem da Veja. Leia aqui

Notícias

09/05/2008 16:36 | Educação

Escolas do Estado começam a utilizar Quadro Digital Interativo nesta segunda (12)

Divulgação

O objetivo básico do programa é dinamizar o uso dos laboratórios de informática e tornar as aulas mais atrativas.

O Quadro Digital Interativo, que faz parte do Programa Sala de Aula Digital, já está em funcionamento em quatro escolas da rede pública estadual: Renato Pacheco, em Jardim Camburi; Irmã Maria Horta, na Praia do Canto; Colégio Estadual, no bairro Forte São João, e Belmiro Teixeira Pimenta, em Carapina. Até o próximo dia 15 de maio, todas as 20 escolas-modelo já estarão com os quadros instalados e funcionando. Nesta segunda-feira (12), estas escolas começam a utilizar os quadros digitais. O investimento nos 20 quadros é de R$ 300.000,00.

Até o momento, 120 professores já passaram pelo curso de formação que possibilita a aptidão para ministrarem suas aulas no novo equipamento. A última turma de professores, de Serra, concluem o curso no final da tarde desta sexta-feira (09).

O Sala de Aula Digital é um programa que está sendo instalado nos laboratórios de informáticas das escolas estaduais possibilitando ao professor tornar suas aulas mais dinâmicas e atrativas. O quadro tem aproximadamente 80 polegadas e é conectado a um computador. O monitor permite acesso à Internet e, com isso, há captação de imagens e edição de vídeo-aulas. Todos os trabalhos realizados no equipamento podem ser salvos e enviados por e-mail aos estudantes.

O objetivo básico do programa é dinamizar o uso dos laboratórios de informática, tornar as aulas mais atrativas, além de facilitar o acesso de professores e estudantes a fontes de pesquisa da Internet.

A seleção das 20 escolas que farão parte deste projeto foi baseada dentro dos seguintes critérios: possuir Ensino Médio; constar da relação das escolas-modelo anunciadas pela Sedu em junho de 2007. As escolas-modelo receberão um conjunto de novos recursos para serem referência de ensino na rede de ensino estadual.  Elas têm de possuir mais de mil alunos matriculados e apresentar uma boa utilização dos laboratórios de informática.

Além do Quadro Digital Interativo, também faz parte do programa a TV Multimídia. A Sedu começa a instalar, em junho, as TVs em 101 escolas, sendo 90 do Ensino Médio, três do Ensino Fundamental e oito escolas de referência nos municípios-sedes das superintendências Estaduais de Educação.

Confira a relação de escolas selecionadas

Informações adicionais
Assessoria de Comunicação da Sedu
José Roberto Santana / Álvaro Muniz / Kárita Iana/ Geiza Ardiçon
Tels.: 3137 3656 / 9971-0958 / 9985-778
E-mail: jrsantana@sedu.es.gov.br / amneto@sedu.es.gov.br/ gardicon@sedu.es.gov.br/ kisandrade@sedu.es.gov.br

Educação: Dinheiro para boas notas escolares(Geld für gute Schulnoten)

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Educação-Sociedade
Erziehung-Gesellschaft
 
Alunos suíços recebem dinheiro da TV para tirar boas notas.
Um Canal de TV na Suíça faz uma experiência com alunos do Ensino Médio que provoca muita polêmica: para cada boa nota, dinheiro vivo.
A intenção foi ver se esse tipo de „recompensa“ poderia ser usado para melhorar as notas escolares.
 
Será que esse deve ser o novo método a ser usado para estimular nossos alunos a estudar e tirar boas notas?
 
Esse tipo de Educação „Boas notas = dinheiro“ é fortemente criticado na Alemanha. 15% dos entrevistados consideram uma boa idéia que o governo pague para que seus alunos tirem boas notas. 78% não consideram o método adequado. 7% ficaram  indecisos. Foi o que mostrou o resultado de uma pesquisa feita  pelo Instituto Allesbach com  918 pessoas acima de 16 anos entre 2 e 14 de maio de 2009.
 
82 dos pais entrevistados confessaram presentear seus filhos por um histórico com boas notas de vez em quando. A maioria (42%) confessou ser em dinheiro a recompensa. A maioria deles diz dar aos filhos outros presentes, como Cds,  livros,  jogos  etc. (36%) e 22%  objetos diversos.
 
Será que pagar aos filhos para que eles tirem boas notas é uma boa solução para um problema escolar?
Terá  uma nação  seu sistema escolar melhorado se adotar um Sistema de Bônus?
A escola não dispõe de métodos criativos e eficientes para melhorar o rendimento escolar de seus alunos?
Será mesmo bom para o desenvolvimento e formação do caráter de uma criança receber de seus pais dinheiro como recompensa para ser um bom aluno?
Boa discussão a todos.
 
Professora Fábia

Para baixar o artigo na íntegra em alemão clique aqui. (Geld für bessere Schulnoten?) . Abaixo o texto íntegra.

 

Sollen gute Leistungen in der Schule belohnt werden?

 

 

GELD FÜR GUTE SCHULNOTEN?

In einer Schweizer Schule werden Sekundarschüler für gute Schulnoten mit Geld belohnt. Ein Schweizer Privat-TV-Sender hat sich dieses Geldbelohnungssystem als Experiment ausgedacht, um zu prüfen, ob man auf diese Weise Schüler zu besseren Leistungen führen kann. Seitdem wird nicht nur in der Schweiz darüber diskutiert, ob sich am Ende auch der Staat auf diese Art Bonussystem für Schüler einlassen könnte, um seine Schulen effizienter zu machen. Auf die meisten Menschen in Deutschland stößt diese Art von offiziell geldorientierter Lernerziehung allerdings auf Ablehnung. Nur 15 Prozent würden es gut finden, wenn der Staat Schüler für gute Noten mit Geld belohnen würde. 78 Prozent fänden das nicht gut. 7 Prozent der Bevölkerung sind in dieser Frage unentschieden.

Dass man Lerneifer und Lernerfolg bei Kindern belohnen soll oder – didaktisch gesprochen – mit Belohnung verstärken kann, ist den meisten Eltern allerdings durchaus bewusst. Abgelehnt wird offenbar nur der Gedanke an ein Schulsystem, das mit Geld Anreize schafft. Privat aber werden gute Noten der Kinder von den meisten Eltern sehr wohl belohnt. 21 Prozent der Erwachsenen, deren Kinder noch zur Schule gehen, sagen, dass sie gute Noten „immer“ belohnen, 61 Prozent, dass sie ab und zu auf gute Schulnoten mit einer Belohnung reagieren. Nur 14 Prozent der Eltern betonen, dass sie gute Schulnoten „grundsätzlich nicht“ belohnen.

Und in der Regel besteht die Belohnung daheim durchaus darin, dass die Eltern zum Geldbeutel greifen (42 Prozent). Ein Geschenk (Spielzeug, CDs, Bücher usw.) geben 36 Prozent der Eltern als Belohnung. 22 Prozent versuchen auf andere Weise ihren Kindern zu zeigen, dass sie der Lerneifer erfreut und dass er sich lohnt.

Der bekannte Schweizer Journalist und Kulturkritiker Frank A. Meyer hat die Erziehung mit Hilfe von Geldanreizen in den Zusammenhang mit den Bonussystemen für die Leitenden in der Wirtschaft gebracht und verurteilt: „Der Boniwahn hat die Gesellschaft erfasst. Die Idee, gute Schulleistungen mit Geld zu erkaufen, ist eine vergiftete Idee.“ Dieser Zusammenhang scheint aber nur vordergründig zu bestehen. Denn dort, wo es Bonussysteme für den Berufserfolg gibt, gibt es zwar mehr als in einfachen Schichten die Bereitschaft, Schulerfolg zu belohnen, Geld als Lohn und Motivierung für gute Schulnoten spielt dagegen eine deutlich geringere Rolle. Einfache Arbeiter, die Schulkinder haben, belohnen in der Regel die guten Noten ihrer Kinder zu 54 Prozent mit Geld, Facharbeiter zu 46 Prozent, einfache Angestellte und einfache Beamte zu 42 Prozent. Die leitenden Angestellten und leitenden Beamten honorieren den Schulerfolg ihrer Kinder dagegen nur zu 38 Prozent mit Geld. In den Familien von Selbständigen und Freiberuflern geschieht dies sogar nur zu 31 Prozent.

Allensbach am Bodensee, Anfang Juni 2009

TECHNISCHE DATEN FÜR DIE REDAKTION
Anzahl der Befragten:Repräsentanz:Zeitraum der Befragung:

Archiv-Nummer der Umfrage:

918Gesamtdeutschland,
Bevölkerung ab 16 Jahre2. bis 14. Mai 2009

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Fonte (Quelle): http://www.ifd-allensbach.de/main.php?selection=3&rubrik=1