Música brasileira–Estilo musical: Sertanejo

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MÚSICA BRASILEIRA – Estilo musical: Sertanejo 

Por Ma. Fábia Paz V. Willems (Linguacultura.wordpress.com)

 

Queridos leitores e estudantes de Português, como Língua Estrangeira,

Queridos amantes da música brasileira,

Apresento-lhes um estilo músical não muito divulgado na Europa: a Música Sertaneja. Nestas canções o amor é o tema principal. São músicas muito ouvidas em todo o Brasil, principalmente no interior do país.

Foi lá no interior que a música sertaneja originou-se, seguindo os passos da “música caipira” e a “moda de viola” com suas melodias simples e melancólicas. Há até quem classifique a música sertaneja como um estilo country norte-americano, contudo, com um toque bem brasileiro, claro.

O adjetivo “sertanejo”, originalmente, se refere a tudo que é dos “sertões”, ou seja, do povo caipira do interior do Brasil, na área que abrange o interior de São Paulo e os estados de Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Paraná.

A música Sertaneja é cantada por duplas, geralmente por dois homens. É comum também duplas formadas por parentes, na maioria, por irmãos.

Um dos pioneiros da Música Sertaneja é a dupla José di Camargo e Luciano. Eles são de Goiás (região centro-oeste do Brasil).

Os garotos de origem muito humilde, conquistaram o país com suas canções e carisma, ficaram famosos e ricos, tornaram-se um exemplo de superação, graças à união familiar. A história da dupla virou filme e foi campeã de bilheteria no Brasil. “Dois filhos de Francisco” é o nome do filme que vocês não podem deixar de assistir. Uma ótima oportunidade para treinar Português Zwinkerndes Smiley

FILME ONLINE: Dois filhos de Francisco
Para ver ao filme, clique aqui.

Espere um pouquinho para o filme recarregar e feche as janelas com propagandas que aparecem na frente da janela do filme, clicando no "x". Depois é só aumentar a tela e curtir o filme.Divirtam-se!

 

 

 

 


A MÚSICA SERTANEJA HOJE

Atualmente tem surgido outros ritmos derivados destes, mas com letras menos poéticas. Na verdade, o uso de termos vulgares e vocabulário chulo é comum.

Chulo? Não sabe o que é isso?

Então consulte um dos dicionários abaixo:


OUVINDO MÚSICA BRASILEIRA

Certamente selecionei para vocês uma música sertaneja bonita e atual. Exatamente uma das músicas mais famosas de Zezé di Camargo e Luciano “Sonho de Amor” no momento. Tentem entender a canção, consultando um dos dicionários citados acima, quando necessário. Ao ouvi-la, preste atenção nos termos destacados e depois faça alguns exercícios. Bom divertimento e boa sorte!

Sonho de Amor

Zezé Di Camargo e Luciano (2012)

 

[videolog 752280]

Se uma estrela cadente o céu cruzar
E uma chama no corpo me acender
Vou fazer
um pedido e te chamar
Pra o começo do sonho acontecer

Quando os dedos tocarem lá no céu
O universo vai todo estremecer
E as estrelas rodando em carrossel
Testemunhas de amor, eu e você

As batidas do nosso coração
Se acalmando depois da explosão
Quando o sol se prepara pra nascer
Oh… sonho de amor

(refrão)
As noites sabem como eu te esperei
Não conto pra ninguém
A lua sabe que eu me apaixonei
Se você é real, porque você não vem?
Oh… sonho de amor

 

 

 


 

ESTUDANDO A MÚSICA – LÍNGUA PORTUGUESA

Ouçam a música uma segunda vez, prestando atenção nos seguintes pontos:

  • Pronúncia

Como são pronunciadas as palavras abaixo? Siga os exemplos:

Vocabulário

 

Pronúncia

(Aussprache)

 

Vocabulário

Pronúncia

(Aussprache)

-ão
coração, explosão, não, são
-oi-
depois, noite
ch-
chama, chamar
[sch] wie in
schwach
-ou
vou
-ç-
começo, coração
[ss/ß]
qua-
quando
-e
e, cadente, me, se, te
wie [e], [i] -que
porque
-é-/-ê
céu, ninguém, você
-gué-
ninguém
-ei-
apaixonei, apaixonei
r-
rodando
-eu
eu, céu,
s-
sabe, sabem, se, sonho
-em
ninguém, sabem, tocarem, vem
-s
as, os, dedos, estrelas, noites,  testemunhas
-ex-
explosão
-são
explosão
-l, –l-
sol, real, acalmando
-sc-
nascer
-nh-
sonho, testemunha
-x-
apaixonei
-o
começo, corpo, do, no, o, os, sonho, quando,
-z-
cruzar, fazer
 
       

  • Contexto

Respondam as perguntas abaixo:

O que aconteceu?
Com quem?
Quando?
Onde?
Por quê?

  • Vocabulário

1. Atentem às cores. Elas indicam a ligação entre alguns termos. Que ligação é esta?

Palavras em… Sentido
azul
vermelho
verde

2. Qual é o antônimo (Gegensatz) de…

acender (anschalten, einschalten, anmachen, anzünden) apagar (ausschalten, ausmachen, löschen)
amor
começo
fazer

nascer   
ninguém
noite
 

 

  • Gramática

1. Tentem entender aos termos em negrito, isto é, às palavras que indicam ação ou estado. Sim, estamos falando dos verbos. Indiquem os modos verbais e tempos verbais usados.

MODOS VERBAIS–>

       Indicativo            

Subjuntivo/Conjuntivo

TEMPOS VERBAIS    
Presente

(Gegenwart)

(Verlaufsform)


Passados
(Vergangenheitsformen)

-Pretérito perfeito

-Pret. Imperfeito

Futuro

(Zukunftsform)

 

2. Tente entender o uso de “quando” e “se” na música, seguindo os exemplos abaixo:

Oração subordinada
(Nebensatz)
Oração principal
(Hauptsatz)

Se uma estrela cadente o céu cruzar,
Modo verbal?

Tempo verbal?

vou fazer um pedido e te chamar.

Quando os dedos tocarem lá no céu,

Modo verbal?

Tempo verbal?

o universo vai todo estremecer.

 

 
 

 

 

 


CANTANDO E TOCANDO UM INSTRUMENTO MUSICAL

 

KARAOKÊ

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CIFRAS

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OUTRAS MÚSICAS DA DUPLA

Quer ouvir mais músicas desta dupla incrível e ler seus os textos das canções? Então clique aqui.

 

 


GEOGRAFIA & HISTÓRIA DO BRASIL

– INFORMAÇÔES TURÍSTICAS

Se você não conhece Goiás, faça uma viagem virtual, visitando os links abaixo:

 

VIAGEM VIRTUAL JÁ

 

 

 


FONTES

http://letras.mus.br

http://gente.ig.com.br/zezedicamargo/#topoBiografia

http://de.wikipedia.org

www.youtube.com.br

http://www.goias.gov.br/paginas/conheca-goias/

https://www.periodicos.capes.gov.br/templates/periodicos/images/capes/img_mapa.gif

http://pauker.at/pauker/DE_DE/PT/wb/?modus=&suche=chulo&page=1

http://www.dicionariodoaurelio.com/Chulo.html

Die Geheimnisse der Pequi-Frucht: Brasilianische Savanne/Os segredos do pequi: Cerrado brasileiro

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Temas relacionados a este artigo: Culinária brasileira (Culinária regional+Receita), Geografia do Brasil (Região Centro-oeste), Literatura brasileira (Cora Coralina), Biologia (fauna e flora brasileiras), Medicina alternativa e Pesquisa científica , Economia (pequenos negócios)
 

Por Maria Fábia Paz Vitorino Willems

Outro dia uma amiga me perguntou se eu sabia como usar o óleo de pequi. Na verdade, eu não sabia nem o que era „pequi“. Pois é. Não há vergonha nenhuma nisso. O importante é estar disposto a aprender sempre.

Bem, esta minha amiga também não sabia muito a respeito, só que o “pequi” era um produto típico de Goiás. Fiquei encafifada. O que seria esse pequi? A curiosidade não dava sossego.

Sabemos tão pouco sobre a flora do Brasil. Talvez devido à sua diversidade, talvez devido a dimensão continental do nosso Brasil.

Resolvi pesquisar os segredos do “Pequi” e descobri muitas coisas interessantes que quero dividir com todos os curiosos do planeta. Boa leitura!

Ah, achei também alguns vídeos  interessantes sobre o tema “Pequi”. Vale a pena ver!

Professora Fábia

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Cora Coralina: Poesia e Magia na Literatura Brasileira

Kommentare 3 Standard

Por: M. Fábia P. V. Willems

Cora Coralina1

 

Quem foi Cora Coralina?

Cora Coralina (Ana Lins do Guimarães Peixoto Brêtas), 20/08/1889 — 10/04/1985) é a grande poetisa do estado de Goiás e um dos maiores nomes da Literatura Brasileira. Sempre foi uma mulher de coragem, irreverência e eterno otimismo.

Começou a escrever poesias aos 14 anos, criando com amigas o jornal de poemas femininos “A Rosa”.

Em 1910, seu primeiro conto, “Tragédia na Roça”, é publicado no “Anuário Histórico e Geográfico do Estado de Goiás”, já com o pseudônimo de Cora Coralina.

Enfrentou todos os obstáculos em nome do amor. Em 1911, foge de casa para casar com um homem divorciado (o advogado Cantídio Tolentino Brêtas), já que sua família não aceitava o amor dos dois. Vai viver em Jaboticabal (SP), onde nascem seus filhos.

Em 1922 é proibida pelo marido de integrar-se à Semana de Arte Moderna, a convite de Monteiro Lobato. Em 1928 muda-se para São Paulo (SP).

Em 1934, torna-se vendedora de livros da editora José Olimpio que, em 1965, lança seu primeiro livro, “O Poema dos Becos de Goiás e Estórias Mais”.

Em 1976, é lançado “Meu Livro de Cordel”, pela editora Cultura Goiana.

Em 1980, Carlos Drummond de Andrade, como era de seu feitio, após ler alguns escritos da autora, manda-lhe uma carta elogiando seu trabalho, a qual, ao ser divulgada, desperta o interesse do público leitor e a faz ficar conhecida em todo o Brasil.
Sintam a admiração do poeta, manifestada em carta dirigida a Cora em 1983:

“Minha querida amiga Cora Coralina: Seu “Vintém de Cobre” é, para mim,

moeda de ouro, e de um ouro que não sofre as oscilações do mercado.

É poesia das mais diretas e comunicativas que já tenho lido e amado.

Que riqueza de experiência humana, que sensibilidade especial e

que lirismo identificado com as fontes da vida!

Aninha hoje não nos pertence.

É patrimônio de nós todos, que nascemos no Brasil e amamos a poesia ( …).”

 

Editado pela Universidade Federal de Goiás, em 1983, seu novo livro “Vintém de Cobre – Meias Confissões de Aninha”, é muito bem recebido pela crítica e pelos amantes da poesia.

Em 1984, torna-se a primeira mulher a receber o Prêmio Juca Pato, como intelectual do ano de 1983.

Aos 70 anos, passando dificuldades financeira, dedicou-se à venda de doces, “os melhores do Brasil”, segundo ela.

Viveu 96 anos, teve seis filhos, quinze netos e 19 bisnetos, foi doceira e membro efetivo de diversas entidades culturais, tendo recebido o título de doutora “Honoris Causa” pela Universidade Federal de Goiás.
No dia 10 de abril de 1985, falece em Goiânia. Seu corpo foi velado na Igreja do Rosário, ao lado da Casa Velha da Ponte.

Em m 1988 é lançado “Estórias da Casa Velha da Ponte” é lançado pela Global Editora.
Postumamente, foram lançados também os livros infantis “Os Meninos Verdes” (em 1986) e “A Moeda de Ouro que um Pato Comeu” (em 1997) e “O Tesouro da Casa Velha da Ponte” (em 1989).

A linda poesia de Cora é marcada pelo otimismo, pela solidariedade ao próximo, pela amizade, pelo amor a vida e a terra, tendo feito grandes homenagens ao Estado onde nasceu. Seguiu fazendo seus doces e seus versos até os últimos dias de sua vida. Faleceu aos 95 anos, deixando-nos melodia de seu cântico na música de seus versos”.

 

Conhecendo melhor Cora Coralina (Vida & Obra)


Reportagens sobre a autora

A história de Cora Coralina (Entrevista com a autora)

Cora Coralina e Gyn Teen.avi (6:53)

Reportagem Especial (mais longa) – Parte 1

Cora Coralina (1/2) – De Lá Pra Cá – 21/09/2009 – TV Brasil (17:32)

Vídeo 4: Reportagem Especial (mais longa) – Parte 2 

Cora Coralina (2/2) – De Lá Pra Cá – 21/09/2009 – TV Brasil (17:43)

 

Vídeo 5: Visita Virtual ao Museu Cora Coralina

Alguns dos mais belos Poemas de Cora

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“Não sei”

Não sei… se a vida é curta…

Não sei…
Não sei…

se a vida é curta
ou longa demais para nós.

Mas sei que nada do que vivemos
tem sentido,
se não tocarmos o coração das pessoas.

Muitas vezes basta ser:
colo que acolhe,
braço que envolve,
palavra que conforta,
silêncio que respeita,
alegria que contagia,
lágrima que corre,
olhar que sacia,
amor que promove.

E isso não é coisa de outro mundo:
é o que dá sentido à vida.

É o que faz com que ela
não seja nem curta,
nem longa demais,
mas que seja intensa,
verdadeira e pura…
enquanto durar.

 

“Via poética”

Via Poética – Cora Coralina – Recitado por Ronny Von

“O Cântigo da Terra”

“O Cântico da Terra”

Eu sou a terra, eu sou a vida.
Do meu barro primeiro veio o homem.
De mim veio a mulher e veio o amor.
Veio a árvore, veio a fonte.
Vem o fruto e vem a flor.

Eu sou a fonte original de toda vida.
Sou o chão que se prende à tua casa.
Sou a telha da coberta de teu lar.
A mina constante de teu poço.
Sou a espiga generosa de teu gado
e certeza tranqüila ao teu esforço.

Sou a razão de tua vida.
De mim vieste pela mão do Criador,
e a mim tu voltarás no fim da lida.
Só em mim acharás descanso e Paz.

Eu sou a grande Mãe Universal.
Tua filha, tua noiva e desposada.
A mulher e o ventre que fecundas.
Sou a gleba, a gestação, eu sou o amor.

A ti, ó lavrador, tudo quanto é meu.
Teu arado, tua foice, teu machado.
O berço pequenino de teu filho.
O algodão de tua veste
e o pão de tua casa.

E um dia bem distante
a mim tu voltarás.
E no canteiro materno de meu seio
tranqüilo dormirás.

Plantemos a roça.
Lavremos a gleba.
Cuidemos do ninho,
do gado e da tulha.
Fartura teremos
e donos de sítio
felizes seremos.

Conclusões de Aninha

Estavam ali parados. Marido e mulher.
Esperavam o carro. E foi que veio aquela da roça
tímida, humilde, sofrida.
Contou que o fogo, lá longe, tinha queimado seu rancho,
e tudo que tinha dentro.
Estava ali no comércio pedindo um auxílio para levantar
novo rancho e comprar suas pobrezinhas.

O homem ouviu. Abriu a carteira tirou uma cédula,
entregou sem palavra.
A mulher ouviu. Perguntou, indagou, especulou, aconselhou,
se comoveu e disse que Nossa Senhora havia de ajudar
E não abriu a bolsa.
Qual dos dois ajudou mais?

Donde se infere que o homem ajuda sem participar
e a mulher participa sem ajudar.
Da mesma forma aquela sentença:
“A quem te pedir um peixe, dá uma vara de pescar.”
Pensando bem, não só a vara de pescar, também a linhada,
o anzol, a chumbada, a isca, apontar um poço piscoso
e ensinar a paciência do pescador.
Você faria isso, Leitor?
Antes que tudo isso se fizesse
o desvalido não morreria de fome?
Conclusão:
Na prática, a teoria é outra.

Mascarados

Saiu o Semeador a semear
Semeou o dia todo
e a noite o apanhou ainda
com as mãos cheias de sementes.
Ele semeava tranqüilo
sem pensar na colheita
porque muito tinha colhido
do que outros semearam.
Jovem, seja você esse semeador
Semeia com otimismo
Semeia com idealismo
as sementes vivas
da Paz e da Justiça.

Humildade

Senhor, fazei com que eu aceite
minha pobreza tal como sempre foi.

Que não sinta o que não tenho.
Não lamente o que podia ter
e se perdeu por caminhos errados
e nunca mais voltou.

Dai, Senhor, que minha humildade
seja como a chuva desejada
caindo mansa,
longa noite escura
numa terra sedenta
e num telhado velho.

Que eu possa agradecer a Vós,
minha cama estreita,
minhas coisinhas pobres,
minha casa de chão,
pedras e tábuas remontadas.
E ter sempre um feixe de lenha
debaixo do meu fogão de taipa,
e acender, eu mesma,
o fogo alegre da minha casa
na manhã de um novo dia que começa.”

Meu Destino

Nas palmas de tuas mãos
leio as linhas da minha vida.

Linhas cruzadas, sinuosas,
interferindo no teu destino.

Não te procurei, não me procurastes –
íamos sozinhos por estradas diferentes.

Indiferentes, cruzamos
Passavas com o fardo da vida…

Corri ao teu encontro.
Sorri. Falamos.

Esse dia foi marcado
com a pedra branca da cabeça de um peixe.

E, desde então, caminhamos
juntos pela vida…

Poema de amor

Este é um poema de amor
tão meigo, tão terno, tão teu…
É uma oferenda aos teus momentos
de luta e de brisa e de céu…
E eu,
quero te servir a poesia
numa concha azul do mar
ou numa cesta de flores do campo.
Talvez tu possas entender o meu amor.
Mas se isso não acontecer,
não importa.
Já está declarado e estampado
nas linhas e entrelinhas
deste pequeno poema,
o verso;
o tão famoso e inesperado verso que
te deixará pasmo, surpreso, perplexo…
eu te amo, perdoa-me, eu te amo…

¹Ana Lins do Guimarães Peixoto Brêtas
* Cidade de Goiás, GO – 20 de Agosto de 1889 d.C
+ Goiânia, GO. – 10 de Abril de 1985 d.C

Frases de Cora Coralina

“Se temos de esperar,
que seja para colher a semente boa
que lançamos hoje no solo da vida.
Se for para semear,
então que seja para produzir
milhões de sorrisos,
de solidariedade e amizade.”

Diga o que você pensa com esperança.
Pense no que você faz com fé.
Faça o que você deve fazer com amor!

“O que vale na vida não é o ponto de partida e sim a caminhada. Caminhando e semeando, no fim terás o que colher.”

“Não podemos acrescentar dias à nossa vida, mas podemos acrescentar vida aos nossos dias ”

“Estamos todos matriculados na escola da vida, onde o mestre é o tempo “

“Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina.”

“O saber a gente aprende com os mestres e com os livros. A sabedoria, se aprende é com a vida e com os humildes.”

“Lindo demais! Coração é terra que ninguém vê.”

“Acredito nos jovens à procura de caminhos novos abrindo espaços largos na vida. Creio na superação das incertezas deste fim de século.”

“Não morre aquele que deixou na terra a melodia de seu cântico na música de seus versos.”

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Desvende a terra de Cora Coralina!

 

Fontes, Dicas de Leitura & Pesquisa

Coralina, Cora (2001): “Vintém de cobre – Meias confissões de Aninha”, São Paulo: Global Editora, pág. 174.

www.casadecoracoralina.com.br/

http://www.vilaboadegoias.com.br/cora_coralina/

http://www.paralerepensar.com.br/coracoralina.htm

http://www.releituras.com/coracoralina_menu.asp

http://www.revista.agulha.nom.br/cora.html

http://www.cmb-bwc.com.br/biografias/CoraCarolina.htm

http://bibliotecaets.blogspot.de/2009_04_01_archive.html

www.google.com.br (Imagens)

www.youtube.com.br (Vídeos)